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sexta-feira, 15 de maio de 2015

Ministério da Saúde confirma Zika Vírus no Brasil




O Ministério da Saúde confirmou na quinta-feira (14) a circulação do Zika vírus no país. O Instituto Evandro Chagas atestou positivo para o exame de 16 pessoas que apresentaram resultados preliminares para o vírus. Foram oito amostras da Bahia e oito do Rio Grande do Norte, no Nordeste estão sendo investigados 1.200 suspeitas do vírus, alguns inclusive em Barra de Santana. O Ministério acompanha a situação e participa da investigação de outros casos suspeitos de doenças exantemáticas para definir os agentes causadores e adotar as ações de vigilância, prevenção e controle complementares no país.

Segundos estudos, apenas 18% das pessoas com Zika vírus apresentarão manifestações clínicas da doença. Sua evolução é benigna, com um período de incubação de aproximadamente quatro dias. 

A doença é caraterizada por febre baixa, hiperemia conjuntival (olhos vermelhos) sem secreção e sem coceira, artralgia (dores em articulação) e exantema maculo-papular (erupção cutânea com pontos brancos ou vermelhos), dores musculares, dor de cabeça e dor nas costas. Os sinais e sintomas podem durar até 7 dias. 

A maior parte dos casos não apresenta sinais e sintomas e não há registro de morte associada. O vírus é transmitido por meio da picada de mosquito Aedes aegypti, o mesmo que transmite a dengue. Por esse motivo, as medidas de prevenção e controle são as mesmas já adotadas para a dengue e chikungunya.

O tratamento é sintomático e baseado no uso de acetaminofeno (paracetamol) para febre e dor, conforme orientação médica. Não está indicado o uso de ácido acetilsalicílico e drogas anti-inflamatórias devido ao risco aumentado de complicações hemorrágicas, como ocorre com a dengue

Orienta-se procurar o serviço de saúde para condução adequada. 

Por que zika? Por causa da Floresta Zika, em Uganda. Foi neste local em que o vírus foi isolado pela primeira vez em 1947, a partir de amostras de macacos utilizados como sentinelas para a detecção da febre amarela.

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Ação contra a Dengue alerta para risco de epidemia no município


As Secretarias de Saúde e Infraestrutura promoverão nesta terça-feira (12) uma ação de combate a Dengue em várias ruas da cidade. A ação ocorre em virtude das notificações de Dengue que estão aumentando no município de Barra de Santana.


Deverão participar da ação, Agentes Comunitários de Saúde, Agentes de Limpeza Urbana e Agentes de Combate a Endemias, e Vigilância Sanitária, onde farão ação educativa e recolhimento de materiais.


Segundo a Coordenadora de Vigilância em Saúde, Ambrozina Barreto, “O município está vivenciando uma epidemia de Dengue, apenas nos últimos dois meses foram notificados mais de 20 casos, número alto para um município de pequeno porte. Neste contexto pedimos encarecidamente a população, a cada dona de casa de nosso município sua colaboração: mantendo suas vasilhas, baldes e caixas d’água tampados, não deixando lixo acumulado ao redor de suas casas, mantendo suas residências livre de focos de dengue. Nós da vigilância visitamos suas casas, fazemos nosso trabalho, mas necessitamos da colaboração da população, pois sem essa ajuda nosso trabalho será em vão”. Declarou


A dengue pode ser transmitida por duas espécies de mosquitos (Aëdes aegypti e Aëdes albopictus), que picam durante o dia e a noite, ao contrário do mosquito comum, que pica durante a noite. Os transmissores de dengue, principalmente oAëdes aegypti, proliferam-se dentro ou nas proximidades de habitações (casas, apartamentos), em recipientes onde se acumula água limpa (vasos de plantas, pneus velhos, cisternas etc.).

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Município tem risco de epidemia de dengue



     Barra de Santana está entre as vinte e duas cidades da Paraíba que estão em situação de risco de epidemia de dengue, de acordo com o último boletim divulgado e atualizado no último dia (3) pelo Ministério da Saúde. O Levantamento Rápido do Índice de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa) identifica os locais onde estão concentrados os focos de reprodução do mosquito transmissor da doença.

Os municípios classificados como de risco apresentam larvas do mosquito em mais de 3,9% dos imóveis pesquisados. É considerado estado de alerta quando menos de 3,9% dos imóveis pesquisados têm larvas do mosquito, e satisfatório quando o índice está abaixo de 1% de larvas do Aedes aegypti.
O Índice de Infestação Predial (IIP) em Barra de Santana está em 6.6

Segundo a SES (Secretaria Estadual de Saúde) nos municípios em situação de risco, devem ser revistos os trabalhos que estavam sendo desenvolvidos para fortalecer a prevenção e combate, para evitar um risco eminente de surto de dengue. Faz-se necessário a realização de um trabalho de mobilização social envolvendo a participação efetiva dos moradores, por meio de medidas de prevenção e eliminação de possíveis criadouros.

O próximo boletim deverá ser divulgado na próxima sexta dia 07/11.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Secretaria de Saúde do Estado confirma que o município possui risco de dengue Nível Medio


A Secretaria de Estado da Saúde (SES) alerta municípios sobre o aumento no número dos casos de dengue na Paraíba.Os dados constam do Boletim Epidemiológico de nº 5.
De acordo com a gerente executiva de Vigilância em Saúde da SES, Talita Tavares Barra de Santana faz parte do grupo II que é o de médio risco, ou seja o município não tem registro de óbito por dengue neste período, além de IIP ( Índice de Infestação Predial)  baixo (menor que 3,9%), o período considerado foi de 1º de janeiro a 30 de março de 2013. 
Segundo o Boletim Epidemiológico, foram classificados como grupo II – médio risco: Aparecida, Baraúna, Barra de Santa Rosa, Barra de Santana, Boa Ventura, Boa Vista, Bom Jesus, Caldas Brandão, Casserengue, Catolé do Rocha, Caturité, Coremas, Cuité, Duas Estradas, Itaporanga, Lagoa Seca, Malta, Mataraca, Monteiro, Nova Palmeira, Pedra Branca, Piancó, Picuí, Prata, São João do Tigre, São José de Espinharas, São José do Sabugi, Sertãozinho, Sousa e Uiraúna.
Segundo Talita Tavares, esses municípios não apresentaram, nos últimos dois anos, registro de óbito por dengue. Porém, neste ano de 2013 já sinalizam casos notificados e positivos para o agravo e com o IIP caracterizando alerta para as ações de campo da vigilância ambiental de forma a evitar o aumento da taxa de transmissibilidade da doença. “Essas ações devem ser efetivadas de acordo com o Plano de Contingência de Dengue em cada município, tendo ações que proporcionem efetivação do Manejo Clínico da Dengue com utilização da Classificação de Risco, reorganização do fluxo das notificações para melhor nortear as ações da vigilância ambiental, mobilização social e envolvimento da comunidade e mídia”, disse.

Mais uma vez, Talita Tavares alertou os municípios sobre a importância da notificação dos casos suspeitos de dengue: “Deve-se comunicar em até 24 horas a notificação de casos suspeitos das formas graves de dengue ou óbitos à Secretaria Estadual de Saúde e incluir no Sinan em até 7 dias. Além disso é importante repassar, da forma mais ágil possível, os casos estratificados por local de residência ou de infecção para subsidiar o direcionamento das atividades de controle de vetor do município nas áreas de maior ocorrência de casos. Óbitos suspeitos da doença devem ser investigados imediatamente pela equipe composta por vigilância e assistência, usando o protocolo de investigação padronizado pelo Ministério da Saúde, para a confirmação ou descarte e identificação e correção dos fatores determinantes”.
Com relação à assistência, ela ressaltou que todas as pessoas com suspeita de dengue devem ser acolhidas e atendidas, independentemente de pertencer ou não à área de abrangência. Para que este atendimento seja feito de forma adequada, todos os médicos e enfermeiros da unidade devem estar capacitados para o manejo e classificação de risco e a unidade deve seguir os fluxogramas de acolhimento da pessoa com suspeita de dengue. “No que diz respeito à atenção básica, é importante acompanhar os pacientes atendidos na própria unidade ou os pacientes do grupo I que foram atendidos nos serviços hospitalares e contra-referenciados para as Unidades Básicas através de visitas domiciliares diárias pelos componentes da equipe Saúde da Família até o sétimo dia após o início dos sintomas”, observou.

com Governo da Paraíba

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Município recebe recurso para ações de combate a dengue

Barra de Santana vai receber do Ministério da Saúde, em parcela única R$ 4.058,33, para intensificar as medidas de vigilância, prevenção e controle da dengue. O valor específico é destinado à qualificação das ações de combate ao mosquito transmissor da doença, o aedes aegypti.

“A Secretaria de Estado da Saúde orienta a atualização dos Planos de Contingência de Dengue e a necessidade do cumprimento de metas já pactuadas como, por exemplo, disponibilizar quantitativo adequado de agentes de controle de endemias, garantir cobertura das visitas domiciliares pelos agentes, adotar mecanismos para a melhoria do trabalho de campo, realizar o LIRAa (Levantamento Rápido de Infestação por Aedes Aegypti) com ampla divulgação nos veículos de comunicação locais, notificar os casos graves suspeitos de dengue, entre outras ações”, explicou a gerente executiva de Vigilância em Saúde da SES, Talita Tavares.

Ainda segundo Talita, A Gerência Operacional de Vigilância em Saúde coloca todo seu corpo técnico à disposição para orientações e esclarecimentos quanto às ações e utilização dos recursos voltados para controle vetorial.

Dados da dengue – Da semana epidemiológica 1 a 51 de 2012, a Paraíba registrou um total de 11.435 notificações, destas, 6.507 fechadas como dengue clássica. Esse número registra um percentual de redução de 30,27% em relação ao ano de 2011, com 16.399 notificações. O Estado continua com cinco óbitos em investigação e com 12 confirmados como causa básica a dengue.


Talita ressaltou que, mesmo acontecendo mudanças de gestores neste momento, as ações de controle não podem parar de acontecer. “Os casos graves devem ter assistência oportuna para assim não aumentarmos o número absoluto de óbitos”, disse. Ela explicou que o Governo do Estado realizará, no mês de fevereiro, uma Qualificação no Manejo Clínico da Dengue para todos os municípios do Estado.

“Estamos trabalhando com uma grande logística para gerarmos mais de 1.000 profissionais que possam ser multiplicadores e, assim, qualificarmos a assistência para a doença. Nesse período é o momento de redobrarmos os cuidados nas residências, verificando o adequado armazenamento de água, o acondicionamento do lixo e a eliminação de todos os recipientes sem uso que possam acumular água e virar criadouros do mosquito. Além disso, é importante cobrar o mesmo cuidado com ambiente público, como o recolhimento regular de lixo nas vias, a limpeza de terrenos baldios, praças, cemitérios e borracharias”, explicou Talita.

com Governo da Paraíba
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