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quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Município tem risco de epidemia de dengue



     Barra de Santana está entre as vinte e duas cidades da Paraíba que estão em situação de risco de epidemia de dengue, de acordo com o último boletim divulgado e atualizado no último dia (3) pelo Ministério da Saúde. O Levantamento Rápido do Índice de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa) identifica os locais onde estão concentrados os focos de reprodução do mosquito transmissor da doença.

Os municípios classificados como de risco apresentam larvas do mosquito em mais de 3,9% dos imóveis pesquisados. É considerado estado de alerta quando menos de 3,9% dos imóveis pesquisados têm larvas do mosquito, e satisfatório quando o índice está abaixo de 1% de larvas do Aedes aegypti.
O Índice de Infestação Predial (IIP) em Barra de Santana está em 6.6

Segundo a SES (Secretaria Estadual de Saúde) nos municípios em situação de risco, devem ser revistos os trabalhos que estavam sendo desenvolvidos para fortalecer a prevenção e combate, para evitar um risco eminente de surto de dengue. Faz-se necessário a realização de um trabalho de mobilização social envolvendo a participação efetiva dos moradores, por meio de medidas de prevenção e eliminação de possíveis criadouros.

O próximo boletim deverá ser divulgado na próxima sexta dia 07/11.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

SES alerta que municipio tem risco de epidemia de dengue

Segundo o Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (Liraa), vinte e sete municípios paraibanos estão com risco de epidemia de dengue, as cidades que apresentam índice de infestação predial (IIP) acima de 3,9, são Juripiranga (14,4); Barra de Santana e Ouro Velho (ambas com 12,2); Brejo dos Santos (11,5) e Araruna (11.1). O índice considerado satisfatório é menor que 1.
De 1º de janeiro a 27 de abril, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) confirmou 4 casos no município de Barra de Santana.

Os dados são atualizados semanalmente, os casos em Barra de Santana foram confirmados respectivamente nas semanas 4ª, 6ª, 14ª e 15ª ou seja na ultima semana de janeiro, segunda semana de fevereiro, terceira e quarta semanas de abril.
Apesar do trabalho da vigilância ambiental, a população deve se conscientizar das medidas de prevenção.

Assim, a SES orienta que, existindo a necessidade de armazenamento de água, seja feita a limpeza dos reservatórios de forma correta, lavando-os com escova e sempre mantendo-os cobertos. Também é recomendado que se evite o acúmulo de lixo.

Óbitos no Estado em 2013
1 João Pessoa - Paciente sexo masculino, 35 anos,morreu em 05/01/2013
2 Arara - Menina de 2 anos e 10 meses, morreu em 28/01/2013
3 Salgado de São Félix - Adolescente, sexo feminino, 14 anos, morreu em 11/02/2013
4 Pitimbu - Menino de 2 anos e 09 meses, morreu em 03/03/2013



quinta-feira, 4 de abril de 2013

Secretaria de Saúde do Estado confirma que o município possui risco de dengue Nível Medio


A Secretaria de Estado da Saúde (SES) alerta municípios sobre o aumento no número dos casos de dengue na Paraíba.Os dados constam do Boletim Epidemiológico de nº 5.
De acordo com a gerente executiva de Vigilância em Saúde da SES, Talita Tavares Barra de Santana faz parte do grupo II que é o de médio risco, ou seja o município não tem registro de óbito por dengue neste período, além de IIP ( Índice de Infestação Predial)  baixo (menor que 3,9%), o período considerado foi de 1º de janeiro a 30 de março de 2013. 
Segundo o Boletim Epidemiológico, foram classificados como grupo II – médio risco: Aparecida, Baraúna, Barra de Santa Rosa, Barra de Santana, Boa Ventura, Boa Vista, Bom Jesus, Caldas Brandão, Casserengue, Catolé do Rocha, Caturité, Coremas, Cuité, Duas Estradas, Itaporanga, Lagoa Seca, Malta, Mataraca, Monteiro, Nova Palmeira, Pedra Branca, Piancó, Picuí, Prata, São João do Tigre, São José de Espinharas, São José do Sabugi, Sertãozinho, Sousa e Uiraúna.
Segundo Talita Tavares, esses municípios não apresentaram, nos últimos dois anos, registro de óbito por dengue. Porém, neste ano de 2013 já sinalizam casos notificados e positivos para o agravo e com o IIP caracterizando alerta para as ações de campo da vigilância ambiental de forma a evitar o aumento da taxa de transmissibilidade da doença. “Essas ações devem ser efetivadas de acordo com o Plano de Contingência de Dengue em cada município, tendo ações que proporcionem efetivação do Manejo Clínico da Dengue com utilização da Classificação de Risco, reorganização do fluxo das notificações para melhor nortear as ações da vigilância ambiental, mobilização social e envolvimento da comunidade e mídia”, disse.

Mais uma vez, Talita Tavares alertou os municípios sobre a importância da notificação dos casos suspeitos de dengue: “Deve-se comunicar em até 24 horas a notificação de casos suspeitos das formas graves de dengue ou óbitos à Secretaria Estadual de Saúde e incluir no Sinan em até 7 dias. Além disso é importante repassar, da forma mais ágil possível, os casos estratificados por local de residência ou de infecção para subsidiar o direcionamento das atividades de controle de vetor do município nas áreas de maior ocorrência de casos. Óbitos suspeitos da doença devem ser investigados imediatamente pela equipe composta por vigilância e assistência, usando o protocolo de investigação padronizado pelo Ministério da Saúde, para a confirmação ou descarte e identificação e correção dos fatores determinantes”.
Com relação à assistência, ela ressaltou que todas as pessoas com suspeita de dengue devem ser acolhidas e atendidas, independentemente de pertencer ou não à área de abrangência. Para que este atendimento seja feito de forma adequada, todos os médicos e enfermeiros da unidade devem estar capacitados para o manejo e classificação de risco e a unidade deve seguir os fluxogramas de acolhimento da pessoa com suspeita de dengue. “No que diz respeito à atenção básica, é importante acompanhar os pacientes atendidos na própria unidade ou os pacientes do grupo I que foram atendidos nos serviços hospitalares e contra-referenciados para as Unidades Básicas através de visitas domiciliares diárias pelos componentes da equipe Saúde da Família até o sétimo dia após o início dos sintomas”, observou.

com Governo da Paraíba
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